O coração dela estava batendo rápido demais, seus pensamentos estavam confusos e ela sentia um imenso desejo de vingança. Como poderia ela acreditar que um amor tão duradouro um dia terminaria em tragédia? Mas tragédia, era o seu palco.
Clarice saiu de fininho pela porta da frente, estava alerta e impaciente, roía até as unhas que não tinha. Ela estava escondendo um objecto debaixo da blusa, este que estava penicando suas costas, mas no final essa dor não iria fazer diferença... Assim pensava aquela jovem cabeça monstruosa.
Desceu as escadas do prédio rapidamente e se deparou com a porta de entrada de um outro apartamento, era ali que tudo começaria a sua caçada.
Triiing!
Aquele foi o barulho da campainha, foi encaminhada pela mãe do rapaz, dono da casa, o aposento em que ele estaria. Com passos leves ela foi até o quarto, vagarosamente girou a maçaneta e então lá estava ele, dormindo como um anjo.
Clarice pensou em desistir, mas saberia que se aquele não seria mais o homem da vida dela seria ele o homem de sua morte, então sentou-se do lado dele e acariciou seu rosto. Os olhos dele se abriram e vendo isso os olhinhos dela brilharam.
Ele se assustou com a presença dela em seu quarto e perguntou:
- O que faz aqui?
E ela respondeu com um beijo e logo disse.
- Você precisava ver com os olhos o que não sentia com o coração.
- O que? Ficou maluca? Invade meu quarto, me beija e não fala nada com nada.
- É só uma questão de escolha, e você escolheu me deixar.
Em quanto pronunciava essas palavras, desvendava a faca que estava em baixo da blusa.
- O que vai fazer com isso?
Perguntou.
Nesse momento, os lábios de Clarice riam enquanto seus olhos choravam.
Ela o abraçou e nesse momento ambos choraram, foram exactos 40 segundos de paz.
- É difícil pra mim lidar com tua ausência, seria mais fácil de um de nós fosse realmente embora.
Ele implorou para ela não fazer nenhuma loucura.
- Não deixei você, eu estou do seu lado.
- Não! Você é o pior amigo que eu tenho e o melhor namorado que eu tive. Isso já deu o que tinha que dar como você mesmo disse.
Então Clarice pegou a faca e colocou contra o peito dele e disse:
- Se fosse pra morrer por ti, antes fosse de amor. Te amo, mas desgosto da maneira com que você simplesmente ignora isso.
Acabando esta frase enfiou a faca contra o peito do rapaz, e beijou sua boca e com os olhos cheios de lágrima e arrependimento, botou a fraca contra o próprio peito e disse:
- Já deu o que tinha que dar.
E se matou.
Ps: Baseado em futuros fatos reais.
Liberdade é pouco, o que eu desejo ainda não tem nome.
sábado, 19 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
A lágrima
A lágrima tão suave rolou em minha pele pálida. Meus olhos já estavam inchados e vermelhos, e só no que eu pensava era o porque que tudo de aquilo que estava acontecendo comigo, minha vida tão cheia de problemas mas, ainda assim... Eu era feliz.
Toda aquela história estava confundindo minha cabeça e as lágrimas dominavam meu rosto, eu sentia que aquele era só o começo. Meus problemas amorosos nunca foram de fato, problemas mas, era o suficiente para arrancar-me o sorriso. Dessa vez parecia que havia algo dentro de mim que ia destruindo apenas meu orgulho, meu ego, e minha felicidade.
No fundo, eu sempre soube que alguma hora, um teria que ir embora, só não pude acreditar que quando eu mais precisei de um conselho, a unica voz da razão na minha cabeça estava sendo despejada líquida de meus olhos. Definitivamente, era o fim.
Definitivamente é o fim.
E as lágrimas continuam caindo, mas dessa vez, caem levando embora a tristeza, trazendo um alívio - não por estar sozinha outra vez mas, sim por que aquele seria um novo começo. E aquela figura, eu sabia que nunca deixaria de lembrar de nenhum dos momentos de alegria que tivemos, e sempre que seu nome aparecesse em alguma conversa eu teria a mais pura certeza de que eu tinha conhecido o verdadeiro sentimento de amar uma pessoa.
Larissa
Toda aquela história estava confundindo minha cabeça e as lágrimas dominavam meu rosto, eu sentia que aquele era só o começo. Meus problemas amorosos nunca foram de fato, problemas mas, era o suficiente para arrancar-me o sorriso. Dessa vez parecia que havia algo dentro de mim que ia destruindo apenas meu orgulho, meu ego, e minha felicidade.
No fundo, eu sempre soube que alguma hora, um teria que ir embora, só não pude acreditar que quando eu mais precisei de um conselho, a unica voz da razão na minha cabeça estava sendo despejada líquida de meus olhos. Definitivamente, era o fim.
Definitivamente é o fim.
E as lágrimas continuam caindo, mas dessa vez, caem levando embora a tristeza, trazendo um alívio - não por estar sozinha outra vez mas, sim por que aquele seria um novo começo. E aquela figura, eu sabia que nunca deixaria de lembrar de nenhum dos momentos de alegria que tivemos, e sempre que seu nome aparecesse em alguma conversa eu teria a mais pura certeza de que eu tinha conhecido o verdadeiro sentimento de amar uma pessoa.
Larissa
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Lovin' you
When you hold me i feel the sky underneath my fet, but it falls apart when you let me go.
And when you touch my neck I swear I could fly until the sky and get the the prettiest star.
You don't have to say a word to make me beg for you company.
I just want to have you.
Behind my imagination
You are more than real.
And even if you were not
I'd love to dream about your face.
I just want to have you.
And when I answer the phone and I hear you voice
My body start shivering
just like the feeling of a hundred of pinches
All I ask is on kiss
'couse my heart is already yours.
I just want to have you for one more night
How could I forget about the only thing that I really want you to know...
For a few minutes only, I need you to stay
I can't hide my best feelings anymore
I have to say, my boo.
I love you.
dedicated to bff :*
And when you touch my neck I swear I could fly until the sky and get the the prettiest star.
You don't have to say a word to make me beg for you company.
I just want to have you.
Behind my imagination
You are more than real.
And even if you were not
I'd love to dream about your face.
I just want to have you.
And when I answer the phone and I hear you voice
My body start shivering
just like the feeling of a hundred of pinches
All I ask is on kiss
'couse my heart is already yours.
I just want to have you for one more night
How could I forget about the only thing that I really want you to know...
For a few minutes only, I need you to stay
I can't hide my best feelings anymore
I have to say, my boo.
I love you.
dedicated to bff :*
sábado, 5 de dezembro de 2009
É, eu estava lá.
Eu estava lá, sentada no banco do passageiro, observando a corrida das gotas de chuva na janela. Estava tão entretida que por instantes a gravidade da situação não cabia nos meus pensamentos; focados na janela.
Ouvi um barulho do lado de fora e relutante sai para ver. Eram gritos de choro e desespero.
Foi então, que eu senti a chuva, que antes eu só a encarava através de um vidro, me atingindo cada vez mais forte, me trazendo o sentimento de impotência e, por fim, trazendo a realidade da situação, maior até do que eu imaginava. Tive um descuido e uma lágrima caiu de meus olhos. Aquela não era a hora para chorar ou me sentir inútil, isso não mudaria os fatos e o carro dela ainda estaria na vala. Em quanto ainda reflectia sobre como me sentir diante daquilo, avistei um vulto, - era minha mãe. Eu a vi ensopada feito uma esponja récem usada.
Só o que se sentia era a pressão, o cheio do mato molhado. Ainda imóvel, ouvi meu pais gritando e corri para ver como ela estava. Tentei um abraço, mais foi recusado. E de novo o amargo sentimento de impôtencia. Cheguei a um ponto de pensar o porquê que eu estava ali. Voltei para meu assento encolhida de frio, e mesmo com os olhos preocupados, tentei cochilar, mas não deu certo, em menos de 30 segundos depois ela já estava dentro do carro. Estávamos voltando pra casa. E em nenhum momento dessa noite, eu consegui deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz. Mas sempre que fechava os olhos, desejava que nada daquilo tivesse acontecido.
Ouvi um barulho do lado de fora e relutante sai para ver. Eram gritos de choro e desespero.
Foi então, que eu senti a chuva, que antes eu só a encarava através de um vidro, me atingindo cada vez mais forte, me trazendo o sentimento de impotência e, por fim, trazendo a realidade da situação, maior até do que eu imaginava. Tive um descuido e uma lágrima caiu de meus olhos. Aquela não era a hora para chorar ou me sentir inútil, isso não mudaria os fatos e o carro dela ainda estaria na vala. Em quanto ainda reflectia sobre como me sentir diante daquilo, avistei um vulto, - era minha mãe. Eu a vi ensopada feito uma esponja récem usada.
Só o que se sentia era a pressão, o cheio do mato molhado. Ainda imóvel, ouvi meu pais gritando e corri para ver como ela estava. Tentei um abraço, mais foi recusado. E de novo o amargo sentimento de impôtencia. Cheguei a um ponto de pensar o porquê que eu estava ali. Voltei para meu assento encolhida de frio, e mesmo com os olhos preocupados, tentei cochilar, mas não deu certo, em menos de 30 segundos depois ela já estava dentro do carro. Estávamos voltando pra casa. E em nenhum momento dessa noite, eu consegui deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz. Mas sempre que fechava os olhos, desejava que nada daquilo tivesse acontecido.
Subscrever:
Mensagens (Atom)