Abaixo das pálpebras sombrias se escondem
íris depreciadoras
onde,
opaco se fecham os olhos cor de água.
Abaixo das narinas;
os lábios.
Que descontentes escondem os dentes
e não ousam abrir um sorriso.
Adentro aos dentes;
a garganta.
Que muda não se atreve a soltar um ruído.
Abaixo da boca;
o peito,
uma casa abandonada,
morada de um velho sonhador.
Que bombeia solitário
se esvaindo em dor.
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Liberdade é pouco, o que eu desejo ainda não tem nome.
domingo, 11 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
a lápide
Aquilo já não era o sorriso de todas as tardes,
como costumava ser
era fraco, falso e impetuoso
E aos poucos aquela presença tornou-se indesejada
Aquela voz que cantava ao pé do meu ouvido,
virou apenas um rangido
de porta velha
E a paciência foi de tanto em tanto de esgotando
E morreu feito uma flor
pura e calmamente.
Como diz na lápide: "Aqui jaz a calma."
como costumava ser
era fraco, falso e impetuoso
E aos poucos aquela presença tornou-se indesejada
Aquela voz que cantava ao pé do meu ouvido,
virou apenas um rangido
de porta velha
E a paciência foi de tanto em tanto de esgotando
E morreu feito uma flor
pura e calmamente.
Como diz na lápide: "Aqui jaz a calma."
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