terça-feira, 6 de outubro de 2009

a lápide

Aquilo já não era o sorriso de todas as tardes,
como costumava ser
era fraco, falso e impetuoso
E aos poucos aquela presença tornou-se indesejada

Aquela voz que cantava ao pé do meu ouvido,
virou apenas um rangido
de porta velha

E a paciência foi de tanto em tanto de esgotando
E morreu feito uma flor
pura e calmamente.

Como diz na lápide: "Aqui jaz a calma."

2 comentários:

joão victor borges disse...

hm, voltou a escrever ^^
muito foda o texto, fala sobre algo que, apesar de ter significado muito em algum ponto, uma hora se deteoriza e morre...

não é? :s

beijão!
www.anpulheta.blogspot.com

Lourie Poppins disse...

exato :D
foi naverdade, uma maneira de colocar pra fora sentimentos que a muito tempo me atormentavam.
aproveitei, e matei eles (: