Liberdade é pouco, o que eu desejo ainda não tem nome.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Carta de Suicídio
Por causa de um amor inventado eu me vejo pendurado.Em uma corda de ouro banhado em sangue que me embala fortemente.Dos meus olhos caem lágrimas em chamas transbordando incadescentes sobre minha face mal-amada.Te vejo em sonhos (somente) arrumado como um anjo de veludo.Eu me desfaço do laço que me prende neste mundo. Carrego-te em meu peito ignorante, amando-te por todo o sempre. Meu corpo aguarda sobre o céu a estrela matriz. Não podendo me conter, eu anulo suas promessas deixando-te por mim mesma.Assim termino um soneto desesperado com um beijo por escrito e um ultimo suspiro.
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