Te vejo arrumado como um anjo,
Perfeito como um erro de Deus.
Alegrando-se baixo pela rua
tal pureza,
agradável em demasiado.
Quando fecha os olhos
enxerga uma beleza jamais vista.
Orando baixo
agradece pelo dom da magia
E quando seus olhos se abrem
não enxergam beleza, ou coisa alguma
Suas narinas respiram a quase suforcar
Seus pés sentem o asfalto molhado
E você cai.
Fechando novamente os olhos.
E me vê,
De onde pode enxergar seus amigos marcianos
E os seus ídolos mortos de overdose
Que seus olhos não puderam ver em vida.
Que seja então a morte, aquela que alivia a angústia da vida.
1 comentário:
Muito mais "Poético" , quase formal , entretanto ainda ficou verdadeiro pra caralho.
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